Um empresário que atuou como síndico por cinco anos se tornou alvo da Polícia Civil de Londrina, cidade do Paraná. De acordo com as autoridades, ele, que não teve o nome divulgado, teria se apropriado do dinheiro do fundo de reservas do condomínio em que residia – R$ 1 milhão – e o aplicado em Bitcoin, assim como teria falsificado extratos bancários


O caso foi descoberto após outra moradora, eleita para a função em abril, verificar a conta bancária do prédio, que estava vazia.

"Ele investiu dinheiro próprio nessa modalidade, conseguindo lucro satisfatório. A partir daí, teve a ideia de fazer [o mesmo] com o dinheiro do condomínio, só que sem avisar os moradores", explica o delegado Jayme Souza Filho, à frente das investigações.

Ainda segundo o oficial, em entrevista a uma emissora local, o acusado teria declarado que sua intenção era beneficiar o condomínio com lucros eventuais. Entretanto, a polícia indica que ele registrou um boletim de ocorrência contra um gestor de criptomoedas, que teria recebido a quantia e desaparecido

Por fim, destaca a reportagem, residentes se surpreenderam com o fato, já que o empresário aparentava ser o "síndico perfeito."