Ypiranga e Santana fazem final do Amapazão com presença de público


Com presença de público, Santana e Ypiranga decidem nesta quinta-feira (1º de outubro o título do Campeonato Amapaense, às 20h30 (horário de Brasília), no estádio do Zerão, na capital Macapá (AP). Ao todo, 300 ingressos foram colocados à venda para o segundo jogo da final, com 50% deste total destinado às diretorias dos clubes finalistas. Será a primeira decisão de campeonato estadual no país que poderá contar com torcedores em estádio durante a pandemia do novo coronavírus (covid-19). A presença de público foi autorizada pelo prefeito de Macapá Clécio Luís, por meio de decreto (3.248/2020),  referente à oitava etapa de retomada das atividades econômicas e sociais..

De acordo com o decreto, não poderá haver aglomeração nas arquibancadas. Os torcedores deverão respeitar um distanciamento de 1,5 metro um do outro. O público somente será permitido na decisão desta noite, que é gerenciada pela Federação Amapaense de Futebol (FAF). Na Série D do Campeonato Brasileiro, competição administrada pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF), o representante do estado, o Santos-AP, não poderá contar com torcedores, portanto,  a proibição de público continua valendo no Brasileirão. 

Quem leva o título?

Para o Santana, que ser tornou profissional em 1991, a vitória por dois gols de diferença garante o primeiro título do Canário Milionário no Amapazão. Se vencer pelo placar mínimo, a decisão do Estadual será definida nas cobrança de pênaltis. Já o Clube da Torre leva vantagem, pois saiu vitorioso no primeiro confronto da decisão por 2 a 1. O Ypiranga levanta o nono troféu na história da competição mesmo se empatar.

Homenagens

Quem conquistar o título do Amapazão vai levar a taça Wilson Pontes de Sena. O nome escolhido pela federação é uma homenagem ao ex-presidente do Esporte Clube Macapá e da FAF, que faleceu em julho deste ano vítima da covid-19. Já o vice-campeão levantará o Troféu Osmar Ribeiro de Oliveira, em referência ao ex-presidente do Amapá Clube, falecido em 2018.

Edição: Cláudia Soares Rodrigues

Felipe Viana

Felipe Viana