Vigilância Ambiental instala armadilhas contra o Aedes aegypti


As ações de combate ao mosquito Aedes aegypti, transmissor do vírus da dengue, zika e chikungunya, no Distrito Federal, não param. Na manhã desta quarta-feira (30), a equipe da Vigilância Ambiental instalou armadilhas contra o inseto em 38 residências da cidade. O equipamento, chamado larvitrampa, permite que as fêmeas depositem os ovos, que terão contato com a água no recipiente, porém as larvas que surgirem na armadilha morrerão devido à presença de um inseticida acionado ao equipamento.

As armadilhas permanecerão nas casas selecionadas durante um mês. Desde abril, a Vigilância Ambiental utiliza esse tipo de armadilha no Distrito Federal.

Na Candangolândia, já havia sido instalados 12 equipamentos do tipo ovitrampas para a coleta de ovos do mosquito Aedes aegypti. A estratégia possibilitou o monitoramento da infestação de mosquitos, funcionando como uma espécie de sentinela. “O resultado da coleta de ovos permite identificar áreas prioritárias e direcionar as ações de prevenção e controle executadas pelos agentes de vigilância em conjunto com a população. Essa quantidade de armadilhas pode parecer pouca, mas é o suficiente para monitorar toda a área urbana da Candangolândia”, destacou o biólogo Israel Martins.

Os moradores que receberam as larvitrampas em suas casas foram orientados com as instruções para o funcionamento do equipamento. É necessário o reabastecimento da armadilha com água de torneira semanalmente. Ao fim de um mês, as armadilhas serão removidas e instaladas em outras áreas onde foi detectada a maior infestação. “É importante dizer que esta estratégia de controle não substitui o cuidado diário e permanente dos moradores para evitar a formação de criadouros do mosquito. O combate ao Aedes necessita da participação também da população”, ressaltou Martins.

Dengue, zika e chikungunya

As três doenças são causadas pelo Aedes aegypti, porém cada uma tem sua particularidade quanto aos sintomas. Caso surjam, é recomendado procurar a unidade básica de saúde mais próxima para ser atendido e avaliado pelos profissionais de saúde da família que irão conduzir o caso clinicamente.

*Com informações da Secretaria de Saúde
Fonte: Governo DF

Felipe Viana

Felipe Viana