3 razões para trocar o apartamento por um condomínio de casas

Aparato de segurança em condomínios minimiza risco de furtos e roubos às residências geralmente a planta das casas com guarita é maior do que a dos apartamentos
Foto: Tiago Rodrigues no Unsplash.

 

O sonho de conquistar a moradia própria está atrelado a outros desejos, como a busca por privacidade, espaço, lazer e, sobretudo, segurança. Segundo dados do Sistema de Informações Criminais (Infrocrim), estima-se que entre 2014 e 2018 cerca de 12,1 mil roubos e furtos foram realizados em residências no Estado de São Paulo. O número abrange todas as modalidades residenciais, mas o condomínio fechado proporciona mais segurança aos moradores, especialmente quando comparado à uma casa localizada em rua aberta.
A diferença se deve ao aparato de segurança que grande parte dos imóveis prediais possui, como portaria 24 horas, monitoramento por meio de biometria e câmeras, seguranças, rondas noturnas e diurnas, controle e registro de visitantes, portaria com dois ou mais acessos, etc.
Apesar dessa vantagem, morar em um apartamento pode não ser tão confortável, visto que as unidades estão cada vez menores. E talvez o espaço não seja tão privativo, já que a todo momento o morador está dividindo paredes, chão e teto com vizinhos. A seguir, veja as 3 principais razões que justificam a decisão pela mudança para uma casa de condomínio.
Mais espaço
Apesar de não ser uma regra, geralmente a planta das casas com guarita é maior do que a dos apartamentos — tanto as não geminadas quanto as conjugadas.
O terreno amplo proporciona aos arquitetos a possibilidade de elaborar e executar as suas ideias de uma maneira mais arrojada, além de colocar em prática alguns planos que não poderiam ser desenvolvidos em apartamentos.
Ademais, mediante a autorização dos moradores, é possível realizar algumas mudanças na planta da casa, com o intuito de atender às preferências do proprietário. Em um apartamento é mais difícil fazer isso, já que o imóvel deve seguir a padronagem predial.
Mais privacidade
A proximidade com os vizinhos é evidente em qualquer condomínio, mas em um prédio o contato é maior: porta frente à porta, janela ao lado de janela, parede com parede. Os corredores estreitos impossibilitam evitar contato, caso você seja uma pessoa tímida, calada ou prefira manter a discrição.
Em uma casa em condomínio, o contato é reduzido. Na verdade, se as casas possuírem garagens, o contato é quase inexistente. Também existe a vantagem em relação às casas em ruas abertas, pois nelas qualquer pessoa pode tocar a campainha ou chamar no portão, desde vizinhos até vendedores. Nessa tipologia, isso não ocorre.
Menos incômodo 
Por fim, o morador tem menos incômodo, principalmente com relação a barulhos. Não só pelas regras do condomínio, mas também por não ter ninguém vivendo acima, abaixo ou ao lado.
Em prédios, é comum ouvir ruídos no teto quando o vizinho do andar superior deixa algum objeto cair no chão, assim como o vizinho do andar inferior vai ouvir barulho quando o morador acima arrastar algum móvel pesado.
Fonte: Estadão.

 

Paulo Melo

Paulo Melo

Paulo Melo é Jornalista, formado em Gestão Pública pela UCDB e em Gestão Empresarial e Controladoria na UNIPLAN, já cursou Ciência Política na UDF. Especialista em Marketing, editor chefe do portal Cidades & Condomínios, ex-coordenador geral do Movimento dos Comunicadores do Brasil - MCB e ex-presidente da Federação Nacional dos Comunicadores no Distrito Federal - FENACOM/DF.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *