GDF investiu, em 2020, mais de R$ 7 milhões em iluminação pública

 

Os recursos foram para obras de ampliação e melhoria do benefício. O dinheiro veio da Contribuição de Iluminação Pública (CIP), taxa cobrada na conta de luz

A substituição de lâmpadas de vapor de sódio por lâmpadas de LED e a colocação de novos postes têm duas finalidades: aumentar a luminosidade das ruas e reduzir o gasto com energia. Foto: Renato Araújo.
Somente nos três primeiros meses de 2020, o GDF investiu, por meio da Companhia Energética de Brasília (CEB), R$ 7,2 milhões em iluminação pública. Foram em torno de R$ 2 milhões em obras para a eficiência energética e cerca de R$ 5,2 milhões em obras de ampliação e melhoria da iluminação pública do Distrito Federal.
A substituição de lâmpadas de vapor de sódio por lâmpadas de LED e a colocação de novos postes em alguns pontos têm duas finalidades: aumentar a luminosidade das ruas, consequentemente, aumentando a segurança da população, e reduzir o gasto com energia, já que as lâmpadas brancas (de LED) consomem 50% menos que as amarelas (vapor de sódio).

Os recursos vêm da Contribuição de Iluminação Pública (CIP), taxa cobrada na conta de luz calculada com base no consumo de cada endereço – unidades consumidoras residenciais com consumo inferior a 80kWh são isentas. Assim, todo o Cruzeiro Velho, Setor de Mansões, Vale das Acácias, UPA e Vila Rabelo, em Sobradinho II, além daas principais vias do bairro Sucupira, no Riacho Fundo I e o Setor Habitacional Taquari receberam uma nova iluminação (veja arte abaixo).
Já as SQNs 311 e 407, na Asa Norte; o estacionamento do Hospital Regional de Sobradinho; a Ponte do Bragueto, duas quadras em Santa Maria; o Incra 07, em Brazlândia; e a Avenida Buriti, na Ponte Alta do Gama, receberam as obras de ampliação e melhoria da iluminação pública ficando, assim, mais claras e mais seguras.
O presidente da CEB, Edison Garcia, explica que o objetivo é dar uma maior sensação de segurança aos pedestres que circulam pelas localidades e até diminuir as ocorrências. “A gente criou um programa nesse governo que tem a participação da Secretaria de Obras e que se chama Luz que Protege. O conceito desse programa é dar melhor iluminação em áreas escuras ou que aparecem no mapa de distúrbios da Secretaria de Segurança Pública por falta de iluminação”, explica.
Segundo ele, a meta é, até 2022, fazer a substituição completa da iluminação do DF, trocando todas as luminárias por lâmpadas de LED, repondo luzes queimadas e instalando mais postes onde for preciso. “O programa de iluminação pública é extremamente vantajoso para o governo e para a população porque melhora a segurança, reduz o custo da energia e embeleza a cidade”, afirma o presidente da CEB.
Iluminação das faixas
A CEB também tem um projeto com o Detran para iluminar as faixas de pedestre. “O governador pediu, ainda no ano passado, um projeto para a revitalização das faixas com pintura nova. Eu propus que, além de pintar as faixas, fizéssemos um reforço na iluminação”, conta Edison.
A ideia é colocar um flashlight amarelo em cima de cada faixa, uma espécie de luz que fica piscando, para chamar a atenção dos motoristas para a passagem e iluminar o pedestre.
A primeira fase do projeto piloto realizou a substituição de luminárias convencionais por LED em quatro faixas da QNM 18, em Ceilândia Norte. Além da troca das lâmpadas, as faixas também tiveram as pinturas renovadas.

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Paulo Melo

Paulo Melo

Paulo Melo é Jornalista, formado em Gestão Pública pela UCDB e em Gestão Empresarial e Controladoria na UNIPLAN, já cursou Ciência Política na UDF. Especialista em Marketing, editor chefe do portal Cidades & Condomínios, ex-coordenador geral do Movimento dos Comunicadores do Brasil - MCB e ex-presidente da Federação Nacional dos Comunicadores no Distrito Federal - FENACOM/DF.

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