Saúde publica orientações técnicas sobre uso de EPIs

Documento também orienta sobre fluxo de atendimento e cuidados com higiene em hospitais e ambulâncias

Além do uso de EPI, o documento diz ser necessário que os serviços de saúde tenham fluxos claros e definidos sobre o atendimento de casos suspeitos ou confirmados da Covid-19. Foto: Breno Esaki
A Secretaria de Saúde publicou uma nota técnica com orientações para os serviços de saúde, com as medidas que devem ser adotadas para utilização de equipamentos de proteção individual (EPI) durante a assistência aos casos suspeitos ou confirmados de coronavírus, causador da doença Covid-19).
Além do uso de EPI, o documento ainda diz ser necessário que os serviços de saúde tenham fluxos claros e bem definidos sobre o atendimento de casos suspeitos ou confirmados da Covid-19. Além disso, ressalta a importância da ampla divulgação aos colaboradores que participam do atendimento aos pacientes – profissionais da assistência e profissionais da área de apoio (laboratório, radiologia, nutrição, farmácia, manutenção, etc).
Ainda de acordo com a nota, os fluxos devem contemplar medidas de prevenção e controle da propagação do vírus desde antes da chegada do paciente ao serviço de saúde. Isso inclui chegada, triagem e espera do atendimento, bem como durante toda a assistência prestada em todas as unidades dos serviços de saúde.
O documento também pede que os serviços de saúde mantenham registro de todas as pessoas que prestaram assistência direta ou entraram nos quartos ou na área de assistência dos pacientes suspeitos ou confirmados. As recomendações também valem para veículos de transporte de pacientes, como as ambulâncias.
“É imprescindível que os profissionais da linha de frente no atendimento sejam constantemente capacitados sobre as técnicas de paramentação e desparamentação, evitando que haja falha na execução dessas técnicas”, esclarece a nota técnica.
“A nota tem o intuito de padronizar a informação para todos os hospitais, sejam eles públicos, privados ou militares, para todos trabalharem de maneira uniforme quanto à utilização do equipamento de proteção individual (EPI), devendo ser usado de forma responsável e com o objetivo de evitar a falta de insumos”, explica a gerente de Risco em Serviços de Saúde da Vigilância Sanitária, Fabiana Rodrigues.
Contingência
Além da nota técnica, a Gerência de Risco em Serviços de Saúde da Vigilância Sanitária também entrou em contato com os representantes de hospitais públicos, privados e militares e solicitou que todos enviem seus planos de contingência locais, se baseando no documento da Secretaria de Saúde.
“Este plano precisa contemplar, minimamente, os cuidados que os profissionais precisam ter desde a chegada do paciente à unidade. É importante também que os serviços façam a previsão de quantitativo necessário de EPI, fluxograma de atendimento, definam área exclusiva para pacientes suspeitos e confirmados de Covid 19, entre outros”, elenca Fabiana Rodrigues.
Os planos devem ser apresentados até a próxima semana. “Já recebemos de alguns hospitais, inclusive privados, e estão todos seguindo as recomendações. Aqueles que precisam de ajustes, vamos orientando até que fiquem adequados”, diz.
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Paulo Melo

Paulo Melo

Paulo Melo é Jornalista, formado em Gestão Pública pela UCDB e em Gestão Empresarial e Controladoria na UNIPLAN, já cursou Ciência Política na UDF. Especialista em Marketing, editor chefe do portal Cidades & Condomínios, ex-coordenador geral do Movimento dos Comunicadores do Brasil - MCB e ex-presidente da Federação Nacional dos Comunicadores no Distrito Federal - FENACOM/DF.

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