BRB quer voltar a ser com banco dos condomínios com melhores condições para o condomínio e facilidade para o síndico em 2020

Conheça como o Banco de Brasília obteve um ano de grandes recordes e conquistas sob a batuta do presidente do banco que prima pelo atendimento de excelência que colocou o BRB em outro patamar, elevando o sentimento de clientes e servidores do constrangimento ao orgulho. E que trilha caminho sem volta em busca da expansão de atuação nacional

“O BRB divulgou o resultado do terceiro trimestre. Com R$ 265 milhões nós já tínhamos alcançado o melhor resultado da história do BRB, que antes tinha sido R$ 254 milhões. Em nove meses produzimos mais resultado do que nos doze meses do melhor ano da história do BRB”, quem diz é Paulo Henrique Costa, presidente do Banco de Brasília, em balanço apresentado nesta sexta-feira (20) na sede do BRB em Brasília.

A volta por cima do Banco de Brasília, comparada ao pássaro Fênix que ressurgiu das cinzas, na mitologia grega, após um início de ano conturbado, passou por ações coordenadas na busca pela credibilidade, reposicionamento estratégico moderno e pela nova postura dos funcionários reabilitando a auto estima, apostando na instituição como protagonista econômico.

E, claro, alavancando a economia no Distrito Federal. O governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, colhe os frutos de ter escolhido um técnico com profundo conhecimento, que não tem medo do trabalho e fazer o BRB protagonista no cenário local alçando voo para colocar o banco no contexto nacional da economia. Pelo contrário, consegue extrair da equipe qualificada sob seu comando o que trabalho que resulta na modernidade para o BRB.

O presidente BRB, Paulo Henrique Costa em entrevista nesta sexta-feira, na sede do banco em Brasília, lembrou a trajetória que começou em novembro do ano passado, quando houve o convite do governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, para assumir o desafio. Costa contou que naquele momento Ibaneis marcou de forma clara as expectativas de o banco estar presente, protagonista da atividade econômica da cidade. Na época da transição foi traçado um planejamento para assumir a direção do banco. O mote era o fortalecimento do banco público e de desenvolvimento.

Costa lembra que logo após a virada do ano houve a operação que investigou ilegalidades. Foi um momento de que houve uma aproximação com os órgãos de investigação. E também de que era necessário construir um modelo de negócios que trouxesse a perenidade para o BRB. Além dos ajustes de controle e compliance.

Coube um reposicionamento estratégico, revendo a forma de atendimento, os produtos, as taxas de juros baixando-as. Foi lançado o programa de consultoria financeira. Já são seis mil servidores atendidos nesse programa e quase R$ 550 bilhões investidos em reduzir as parcelas e orientar para que tivessem melhoria de qualidade de vida. Os programa anteriores o que teve mais sucesso são 584 contratos, e foram feitos dez vezes mais nesse ano.

Nesse mesmo diapasão o BRB começou a atuar nas pecúnias e contratos de mais de R$ 72 bilhões, quase três mil servidores já foram atendidos nessa nova linha de crédito.

Isso mostra ao servidor que o BRB está junto dele para resolver suas necessidades financeiras em qualquer momento da vida deles, incluindo na reestruturação uma operação de resgate.

Também foi nessa direção o tratamento dado ao financiamento dos lotes. Para tanto, foi lançado um produto específico direcionado a Brasília, dentro da realidade. Costa aponta um outro marco na questão do protagonismo da atuação do BRB. A ação na taxa de juro do crédito imobiliário.

BRB à frente na redução dos juros

“É bom lembrar que a gente puxou um primeiro movimento de taxa de juros. Esse movimento veio seguido pelo Santander, depois Banco do Brasil, Caixa, Bradesco. A gente fez mais um movimento e redução e a Caixa veio de novo e hoje trabalha com taxa de 6,49% e continua sendo a menor taxa do mercado brasileiro”, acentuou Costa.

O presidente do BRB destacou que a ação citada acima teve um impacto do ponto de vista de imagem, benefício para os clientes seja no setor público seja não servidor foi tremendo.

Cresceu 785% em crédito imobiliário PF

A demanda que o BRB tem hoje é muito superior à demanda de crédito imobiliário que tinha na época. “Nos primeiros dez meses desse ano, foi produzido mais crédito imobiliário que o Banco do Brasil e o Bradesco somados. A gente assumiu a vice-liderança de fato na produção do crédito imobiliário da pessoa física em Brasília. Já foram feitas 14 operações nesse ano e crescemos 785%. “Os números são de crescimentos expressivos mesmo”, observou o presidente do BRB.

De acordo com Costa, a dinâmica do banco está mostrando crescimento quatro vezes maior no DF que a média dos outros bancos. “Isso de fato é importante, o BRB de volta no jogo, cumprindo seu papel. Aonde a gente vê a consequência direta disso? No aumento da economia. A maior parte do crédito vira consumo no caso da pessoa física, da jurídica, da empresa, vira investimento. Isso faz a economia girar. A economia do DF está crescendo acima da economia brasileira.”

Costa lembra que a diretoria do banco montou uma estratégia de expansão que começou em uma direção regional para o Centro-oeste e depois tomou uma forma de Centro-oeste (mais para) norte. Foi assinado um consórcio com o Brasil Central a escolha do BRB como um banco prioritário no conjunto de operações incluindo os estados do Centro-oeste, mais Maranhão, Tocantins e Rondônia.

“Assinamos depois como Piauí e nesse momento estamos negociando com um consórcio do Nordeste para que a gente também seja reconhecido como banco preferencial dos estados do Nordeste. Quando vemos esse tipo de avanço a gente começa a falar em expansão nacional.”

Expansão de vento em popa

Na primeira vez que se tocou no tema expansão nacional do BRB se falou em termos digitais. “Não dá para falar que vai ser só no digital. A gente vai começar a abrir escritório de negócios. E aonde for necessário agências para sustentar essa expansão. É importante porque se dá uma condição diferenciada de investir em escala, em tecnologia de ter condições de acesso a recursos que em outros tamanhos, outros portes, você não consegue.”

“Finalmente a gente já tem o maior resultado da história. O BRB divulgou o resultado do terceiro trimestre com R$ 265 milhões nós já tínhamos alcançado o melhor resultado da história do BRB que antes tinha sido R$ 254 milhões. Em nove meses, produzimos mais resultado do que nos doze meses do melhor ano da história do BRB”, disse Costa.

Em fevereiro, informou ele, será anunciado o melhor resultado da história do BRB com folga. Isso vira um novo patamar de crescimento. “Foi esse resultado que permitiu que o BRB pagasse mais de R$ 110 milhões de dividendos para o GDF, que também é o maior de pagamento de dividendos para o GDF. Esse total é revertido essencialmente em obra para melhorar a vida das cidades, a vida das pessoas”, explicou.

Para se chegar a esse resultado, Costa explicou que houve um plano bem estruturado de gestão com nove eixos valorizando e “reconhecendo as nossas pessoas (os funcionários), melhorando atendimento e o relacionamento com nossos clientes com objetivos muito claros em relação à aonde a gente quer chegar, às metas para cada uma das pessoas”.

“A partir de janeiro a gente vai ter uma meta individual para cada gerente da rede das agências. A gente chama esse programa de Promedir”, disse Costa.

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